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Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

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sexta-feira, 13 de maio de 2022

Alguns pastores evitam pregar sobre santidade porque estão em pecado, diz John Piper O teólogo alerta sobre o perigo da liderança estar envolvida com o mundanismo e a impiedade.

 

                                                                              John Piper. (Foto: Captura de tela/Vídeo TG4)

Durante a Conferência Together For The Gospel (T4G), o pastor e teólogo John Piper alertou sobre alguns pastores que evitam pregar sobre a importância de uma “vida em santidade” porque “vivem secretamente em pecado”.

“Evitam porque suas vidas secretas estão moralmente comprometidas”, afirmou o pastor de 76 anos. “Eles estão perdendo tempo com ninharias. Estão assistindo a filmes que enchem suas mentes de mundanismo e impiedade. Eles estão se metendo em pornografia ou coisa pior”, continuou. 

Piper também apontou que muitos líderes religiosos são “desonestos em suas transações financeiras”, além de não administrarem bem suas próprias famílias.

Durante seu sermão, ele também observou que as pregações estão focadas na graça e no perdão através do derramamento de sangue sacrificial de Jesus. “Mas a graça também deve vencer o pecado e deve levar a todos para uma vida mais santa”, destacou.

Sobre a conferência

A conferência T4G aconteceu em Louisville, Kentucky, nos Estados Unidos, entre os dias 19 a 21 de abril. O evento contou com sermões de vários pregadores e com a presença de pastores de mais de 25 denominações, representando os 50 estados e 62 nações.

O propósito do evento, conforme o pastor, era ouvir a Palavra de Deus para edificação e crescimento no Evangelho de Jesus Cristo. Seus alertas também se dirigiram aos pastores que “se cansaram do estudo bíblico frutífero”. 

Ao citar os vários pecados que invadiram os púlpitos, Piper disparou: “Jesus foi crucificado para conquistar sua pornografia. Ele foi crucificado para vencer sua preguiça. Ele foi crucificado para vencer nossa gula e desonestidade. Ele foi crucificado para trazer de volta a alegria de criar seus próprios sermões”, disse. 

Porém, conforme o teólogo, alguns pastores tendem a “evitar qualquer coisa que se aproxime do tipo de pregação que confrontaria as pessoas com seus pecados para não torná-las infelizes”. 

Cultura do mundo

“Existem pastores que estão profundamente infectados com a cultura mimada que vivemos na América contemporânea. Eles não são apenas hipersensíveis a serem ofendidos, mas no púlpito, eles têm medo de provocar o desagrado de alguém”, enfatizou. 

Há urgência em pregar sobre a santidade e os cristãos precisam entender que existe uma guerra contra o pecado. “Irmãos, conheçam esta estranha, maravilhosa e única dinâmica cristã que elimina o pecado da vida dos fiéis. Mostre isso às pessoas, ensinem ao povo como é que se vive isso”, enfatizou. 

O pastor acrescentou que alguns líderes religiosos estão “com medo de serem rotulados como conservadores ou fundamentalistas”. 

Medo da opinião dos outros

Piper disse que o medo da opinião dos outros é uma escravidão e que não deveria haver esse tipo de preocupação entre os pastores.

“Eles vão evitar qualquer tipo de mensagem bíblica que os coloque em alguma situação da qual não querem fazer parte. Isso é escravidão”, disse.

“Eles não vão falar sobre a nudez nos filmes porque vão ser chamados de fundamentalistas. Eles não vão pregar que somos cidadãos do céu, antes de sermos cidadãos da América, porque eles serão chamados de antipatrióticos”, exemplificou. 

Piper aponta para a solução

“O primeiro remédio para esse tipo de escravidão às opiniões dos outros é tornar-se mais como Jesus. Você não quer ser livre disso?”, questionou. 

“E o segundo remédio é estar radicalmente comprometido com tudo o que a Bíblia ensina”, disse ao apontar para os tesouros bíblicos que podem ser espalhados pelo mundo por um pastor. 

Para o teólogo, pastores que não agem assim, realmente não entenderam qual o verdadeiro sentido do Evangelho.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN POST

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Céu de sangue na China levanta discussões sobre sinais do fim dos tempos Apesar de se tratar de um fenômeno climático, as pessoas ficaram apavoradas e alguns internautas acreditam ser um aviso de futuras catástrofes no país.

                 Fenômeno climático faz o céu ficar vermelho como sangue, na China. (Foto: Captura de tela/YouTube CBN News)

O céu na China, de repente, se transformou e apresentou uma cor vermelho-sangue assustando os moradores da cidade portuária de Zhoushan, no começo desta semana. 

As condições climáticas únicas fizeram muitos se perguntarem se o fim dos tempos já havia chegado. Enquanto as pessoas faziam vídeos, podia-se ouvir as vozes questionando sobre o fenômeno misterioso.

Uma sensação de pânico se espalhou enquanto as espessas camadas de neblina eram vistas como um “mau presságio”.

O Departamento Meteorológico de Zhoushan, no entanto, esclareceu que não havia nada de errado com o clima naquele dia e que o céu carmesim foi causado pela refração incomum da luz dos barcos de pesca próximos dali. 

“Quando as condições climáticas são boas, mais água na atmosfera forma aerossóis que refratam e dispersam a luz dos barcos de pesca e criam o céu vermelho visto pelo público”, disseram alguns funcionários. 


O vídeo que viralizou mostra as cenas do fim da tarde vermelha até o momento em que a noite tomou conta do cenário e o fenômeno desapareceu.

A mídia local reforçou que o fenômeno climático era normal, mesmo assim muitas pessoas continuaram comentando. 

Alguns usuários do Douyin, a versão chinesa do TikTok, disseram que o céu vermelho era um sinal de que “acidentes vão acontecer”.

Os comentários tiveram associação com a forma como a China lidou com a pandemia por Covid-19. O vírus ressurgiu, recentemente, na cidade vizinha de Xangai, onde novos bloqueios extremos foram implementados.

Um dos usuários que também acredita que o céu vermelho é um aviso de futuras catástrofes, disse que já começou a estocar suprimentos.

Sobre os sinais do fim dos tempos

Teólogos falam sobre os sinais no Sol, na Lua e nas estrelas. Porém, hoje em dia, como saber o que pode ser considerado profético ou não?

Quando Jesus  respondeu aos discípulos sobre os sinais que indicariam o “fim dos tempos”, no livro de Lucas, além de citar terremotos, guerras, fomes e pestes, Ele também disse que haveria “grandes sinais provenientes do céu” (Lucas 21.11).

No mesmo capítulo, Jesus especificou que estes sinais estariam “no sol, na lua e nas estrelas” e que os “poderes celestes seriam abalados” (vs. 25,26). E para completar, no livro de Atos, Pedro repete as palavras do profeta Joel, reforçando sobre tudo o que Deus fará nos “últimos dias”.

“...derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão. Mostrarei maravilhas em cima no céu e sinais embaixo, na terra, sangue, fogo e nuvens de fumaça. O sol se tornará em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor”. (Atos 2.17-20)

Guiame já divulgou a opinião de vários especialistas, que alertaram que nem todos os eventos celestiais da atualidade são os sinais dos quais Jesus falou. 

O que dizem os cientistas e líderes cristãos?

“Recentemente, as pessoas estão acreditando em conceitos equivocados e associando isso com ensinamentos e profecias bíblicas”, disse Eduardo Lutz, um cristão matemático e doutor em Astrofísica e Física Nuclear.

pastor Antônio Júnior disse que devemos ler a Bíblia e ter uma vigilância consciente: “Não podemos ignorar os sinais que mostram que Jesus está próximo, porém é preciso ter cautela ao associar as notícias com as profecias”. 

“É importante observar os sinais, mas Jesus não quer que a gente fique olhando para o céu o tempo todo, só em busca de sinais. Ele não quer que a gente pare a nossa vida, mas que a gente viva e pregue o Evangelho”, disse.

pastor Lamartine Posella, frequentemente, comenta sobre assuntos relacionados ao fim dos tempos. Para ele, os sinais estão no céu cada vez mais evidentes e apontam para a volta de Jesus. 

Ele já analisou fenômenos como a “super lua de sangue” e eclipses solares. “Quando há um eclipse lunar ou ‘luas de sangue’ é sinal do juízo de Deus ou do tratamento com a nação de Israel”, especificou.

“O texto fala de eclipses”, apontou. “Segundo a Bíblia, antes da Grande Tribulação haverá eclipses solares e lunares. A Palavra está dizendo que o Sol se converterá em trevas e a Lua em sangue”, concluiu.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS E CNN

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Jordan Peterson usa Bíblia em discurso de formatura: “Fé não é o abandono da razão” O psicólogo explica que as pessoas religiosas não deveriam ser ridicularizadas por causa de sua fé: “A fé é uma forma de coragem”.

 

                                           Jordan Peterson. (Foto: Captura de tela/YouTube Jordan B Peterson)

Jordan Peterson, um famoso psicólogo canadense, falou abertamente sobre a fé durante um discurso de formatura, alertando os graduados do Hillsdale College, em Michigan, no último sábado (7), sobre os estragos que o pecado pode causar. 

Batendo de frente com a cultura atual, ele explicou simbolicamente que os formandos estavam no momento da “encruzilhada da vida”. Depois de aplausos prolongados, ele seguiu com seu discurso.

“Há uma velha ideia de que você encontra o diabo na encruzilhada e a metáfora funciona porque mostra que é um tempo de decisão. Essa imagem tem um bom ajuste narrativo e fica na memória de quem ouve”, disse ao explicar que quando alguém ‘encontra o diabo’ só pode escolher uma direção ou outra. 

“Por que você encontra o diabo na encruzilhada?”

Ao comparar a formatura como um “marco” na vida das pessoas, o professor de 59 anos destacou que é também um momento de “examinar suas consciências”.

“Por que você encontra o diabo na encruzilhada?”, questionou ao esclarecer que sempre chegamos ao lugar da decisão. “Você precisa fazer uma escolha, olhar para cima ou para baixo. E sempre haverá uma tentação querendo forçar você a olhar para baixo”, continuou. 

psicólogo que tem como principal área de estudo a psicologia analítica e particular interesse na crença ideológica, personalidade e psicologia da religião, usou a Bíblia para definir que “pecado é errar o alvo”.

E para exemplificar o que seria “olhar para baixo”, fez referência à história de Caim e Abel. “A oferta de Caim não era o seu melhor. Quando as pessoas fazem sacrifícios insuficientes, elas estão colocando alguém acima de Deus”, explicou. 

‘Pecar é perder o objetivo’

Ao falar com mais profundidade sobre o pecado, Peterson observou que a palavra hebraica  “khata” encontrada em todo o Antigo e Novo Testamento é traduzida como “falhar” ou ainda “perder o objetivo”. 

“Eu amo isso, porque fala do objetivo ou da falta dele. Há várias maneiras de errar o alvo e uma delas é não ter uma mira, ou seja, não ter um objetivo e uma direção. Viver assim é supor que todos os objetivos sejam iguais”, disse. 

“Um dos maiores obstáculos que leva as pessoas a ‘errar o alvo’ é o orgulho”, disse ao se voltar mais uma vez para as Escrituras e se referir à história da Torre de Babel, em Gênesis 11. 

“Os descendentes de Noé foram dominados pelo orgulho e buscaram construir uma estrutura para alcançar os céus, deixando de seguir o mandamento do Senhor que era se multiplicar e encher a terra”, lembrou. 

“Essa tem sido uma tentação contínua para os seres humanos, de construir organizações complexas, que se tornam muito ‘altas’. E o que isso significa? Que nada é suficiente e tudo fica centralizado num único lugar. Não há distribuição”, continuou ao apontar no quanto as pessoas se isolam.

“Lúcifer é esse espírito do intelecto”

Na sequência, o psicólogo lembrou da história luciferiana. “Lúcifer é esse espírito do intelecto — o portador da luz que voou muito alto e desafiou o próprio Deus. Ele caiu”, alertou.

“Ele é o símbolo do intelecto orgulhoso, que se levanta contra as alturas onde Deus está”, disse ainda. 

“Sou muito contrário à ideia de que a motivação humana fundamental é o poder. Isso é o que todo aluno aprende em todos os níveis de sua educação, em todas as instituições educacionais, exceto algumas em seu país”, mencionou.

“Essa é uma filosofia muito sombria. Não poderia haver uma filosofia mais patológica. Isso apaga a sua fé, remove a noção da boa vontade e torna a comunicação impossível”, disse ainda. 

“Não permita que a arrogância perturbe o seu objetivo. Aproxime-se das coisas boas e entenda que a essência do cristianismo é o bem que une todas essas coisas boas, e elas refletem a imagem de Cristo”, reforçou. 

O psicólogo explica que “essa imagem” aceita o sofrimento da vida e tem a necessidade de servir às pessoas. “E esse é o maior chamado. A verdade de Jesus é mais verdadeira do que qualquer outra coisa”, observou.

“A fé é uma forma de coragem”

A mensagem de Peterson, que pode ser considerada como contracultural, inspirou os formandos a se desiludirem da sugestão secular de que ter fé significa abandonar a lógica e a razão.

“O mundo dirá às pessoas que a fé é uma forma de fraqueza porque implica numa falta de vontade de lutar contra o que não pode ser explicado. “É difícil explicar sobre os lugares difíceis e sombrios da vida”, disse.

“Porém, uma das coisas sobre as quais tenho pensado muito em relação à fé, é que as pessoas religiosas são muitas vezes ridicularizadas. É como se a fé significasse o sacrifício da razão”, apontou.

“Eu não acho que fé seja isso, acho que fé é uma forma de coragem. Se você for ferido pela vida — e você será — é compreensível que reaja de forma niilista e sem esperança, mas o que vai te ajudar nisso é a fé”, garantiu.

“E manter essa fé faz parte da bondade fundamental da existência, incluindo a sua própria, apesar das evidências em contrário”, disse ao ressaltar que nas provações não deve haver desespero. 
“Em vez disso, se você está encarando uma encruzilhada difícil, deve erguer-se e acreditar que poderá resistir, seguindo o caminho certo. Será melhor para você e será melhor para as pessoas ao seu redor”, concluiu.

FONTE: rvg, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE

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